As estratégias atuais de estratificação de risco são insuficientes para identificar adequadamente quais pacientes têm maior probabilidade de apresentar resultados desfavoráveis. É por isso que estamos a levar a cabo este projeto, com o objetivo de criar ferramentas melhores para identificar quem está em maior risco e oferecer o atendimento adequado rapidamente.
As investigações demonstraram que os testes baseados em níveis de biomarcadores são tão eficazes ou melhores do que os métodos atuais para prever o risco de desfechos negativos. Isso ocorre porque os níveis de biomarcadores constituem uma quantidade mensurável, enquanto os métodos atuais dependem de observações baseadas em sintomas, que podem ser subjetivas.
Além disso, o teste de biomarcadores que estamos a desenvolver baseia-se numa proteína liberada precocemente no curso da maioria das infecções comuns, o que lhe confere a vantagem de obter resultados rapidamente e independentemente do tipo de infeção, permitindo tomar decisões rápidas que resultarão na melhoria da saúde dos recém-nascidos. Consulte as publicações científicas para saber mais sobre esta pesquisa.
